Um país mais justo, começa na sua empresa

O grande desafio de empresas e de governos atualmente é gerar crescimento econômico, lucro, renda, criando empregos sem ocasionar danos ao meio ambiente. Parece complicado, não? E é, se não houver planejamento… é possível sim adotar práticas econômicas, financeiras e administrativas que gerem desenvolvimento econômico e garantam a manutenção dos recursos naturais para as futuras gerações. Um país mais justo passa pelo governo, mas começa na sua empresa.

Essa prática é chamada de sustentabilidade econômica, nada mais é, que a capacidade de produção, distribuição e utilização equitativa das riquezas produzidas pelo homem e passa pelo desenvolvimento econômico equilibrado, pela segurança alimentar.

Vantagens

Empresas e governos com atitudes sustentáveis geram mais economias financeiras a médios e longos prazos. A imagem de governos e empresas que priorizam a sustentabilidade econômica melhora muito diante os cidadãos e consumidores.

Empresas, governos e cidadãos só têm a ganhar com estas atitudes, pois terão um meio ambiente preservado, maior desenvolvimento econômico e a garantia de uma vida melhor para as futuras gerações.

Já foi provado que é possível um país lucrar, tendo uma consciência ambiental, isso é a base de uma sociedade estável e mais justa, além de abrir diversas possibilidades dentro de todos os setores da comunidade. O país que consegue conciliar desenvolvimento econômico com desenvolvimento sustentável se torna livre da dependência de recursos e da concessão de outros países ou uniões econômicas.

Na prática, nas empresas

– Utilização de fontes de energia limpa e renovável. Exemplos: eólica e solar.
– Tratamento de todos os resíduos orgânicos e materiais gerados no processo produtivo, inclusive priorizando a reciclagem do lixo.
– Uso de meios de transportes de mercadorias mais econômicos e menos poluentes. O meio ferroviário e marítimo são os mais recomendáveis.

Na prática, nos governos

– Políticas de desenvolvimento de infraestrutura necessárias que não agridam o meio ambiente.
– Incentivos fiscais para empresas que reciclam ou desenvolvem tecnologias que visem o desenvolvimento sustentável.
– Fiscalização e punição as empresas que poluem ou gerem qualquer tipo de dano ambiental.
– Conciliação, através de políticas econômicas, entre desenvolvimento econômico (geração de renda, empregos e crescimento econômico) com uso racional de recursos naturais e proteção ao meio ambiente.

Colocando em prática ações economicamente sustentáveis seremos partes de uma sociedade que preserva que é justa e equilibrada.

Lembre-se: Agir Local, Pensar Global

fernanda-leal Fernanda Leal é Engenheira, palestrante, bailarina e fundadora da Comunidade Fator Ambiental. Acredita que educação ambiental e consumo consciente são assuntos para todos.

Fale com ela: fleal@br.inter.net

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